sábado, 19 de Fevereiro de 2011

Um artigo de opinião sobre o Facebook

Para professores e alunos, mas sobretudo para professores reflectirem.

Poderá a escola alhear-se da proliferação quase epidémica das redes sociais?
Será  a posição da avestruz a mais indicada para lidar com esta realidade?
Na escola, condiciona-se o acesso dos nossos alunos ao Facebook, ao Twiter ao Hi-5, ao MSN,  e a tudo quanto não se parece com trabalho, ou estudo.  
Será que  em vez da proibição pura e simples, não seria mais proveitoso que os professores se sentassem ao lado deles e tentassem perceber como funcionam esses sites de que apenas conhecem o nome, à força de os ouvir repetir aos alunos? Sim, porque para se apontarem os defeitos e, eventualmente, encontrar as virtudes, é  necessário conhecer, e conhecer bem. E em matéria de aquisição de conhecimento, não vejo ninguém mais bem preparado para o fazer. 
Então, senhores professores, de que estão à espera? 

A resposta não tardará: Falta de tempo. Acreditem que o tempo despendido agora, vai ser tempo ganho a muito curto prazo.
               Lurdes Meneses

A este propósito, leia também o artigo publicado no Correio  da Educação:
Das missões da Escola e do tempo


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As palavras...

São como cristal,
as palavras.

Algumas, um punhal,
um incêndio.
Outras,
orvalho apenas.

Secretas vêm, cheias de memória.
Inseguras navegam:
barcos ou beijos,
as águas estremecem.

Desamparadas, inocentes,
leves.
Tecidas são de luz
e são a noite.
E mesmo pálidas
verdes paraísos lembram ainda.

Quem as escuta?
Quem as recolhe,
assim,cruéis, desfeitas,
nas suas conchas puras?

Eugénio de Andrade

"Uma hora de histórias" na Biblioteca Escolar

"Uma hora de histórias" na Biblioteca Escolar
contadas pela Liliana, no dia das Bibliotecas Escolares

Toda a ansiedade começou quando a professora de Educação Física nos disse:
- Na próxima aula não tragam o material, porque vão ouvir histórias para a biblioteca!
Esperámos até à aula seguinte com muita curiosidade… Como seria?... Quem nos contaria as histórias?... Tanto mistério!
Finalmente chegou o dia! A angústia acabou.
Abriram-nos a porta e entrámos na biblioteca. Levaram-nos ao encontro de uma senhora, com ar simpático, que nos recebeu com muitos sorrisos de satisfação.
Sentámo-nos numas mantinhas e, finalmente, ia haver respostas para todas as perguntas que surgiram sobre o momento.
A senhora apresentou-se dizendo que se chamava Liliana. Vinha da Marinha Grande para fazer renascer a criança que há em nós, e assim foi.
Começámos com um jogo de concentração. Apenas saber observar, era o que tínhamos de fazer. Muito engraçado!
Depois informou que ia contar duas histórias, uma com livro, outra sem.
“Três Histórias do Futuro” começou por nos contar. Uma história engraçada que nos leva a perceber que nada substitui o amor de um pai.
Seguidamente, jogámos outro jogo sobre títulos e autores, estrangeiros e portugueses.
No final do jogo, um bom elogio inundou os nossos ouvidos. Disse-nos que realmente demonstrámos que gostamos de ler.
Contou-nos outra história, “O Pinto Careca”. Muito engraçada, realmente!
Foi um óptimo momento.
As histórias infantis não perdem a sua graça.

Escola Secundária de S. Pedro do Sul, 26 de Outubro de 2009

Isabela Queimadela, Margarida Martins, Júlio Girão, Rita Esteves (Área de Projecto – 7º A)